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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sábado, 25 de setembro de 2021

Uma mancha no passado da Ciência e da Medicina.

O “Código de Ética de Pesquisas Científicas” com humanos existe há 74 anos. Foram os horrores e crimes da II Guerra Mundial que levaram a criação de regras para pesquisas envolvendo seres humanos. O objetivo era evitar atrocidades como as que foram cometidas por médicos nazistas.

Os crimes contra a humanidade também em outras partes do mundo levaram à criação do Tribunal de Nuremberg, e em 1947 a elaboração do Código de Nuremberg, um conjunto de regras internacionais que o Brasil ajudou a escrever para reger as pesquisas e garantir proteção a quem participa delas. Mesmo depois de tudo isso, abusos foram cometidos. Por exemplo, contra populações negras, vulneráveis e pobres. Tudo isso mostra que o preço da proteção à dignidade e à saúde é a vigilância constante.

É preciso que as diretrizes internacionais sejam constantemente atualizadas. E devem ser seguidas à risca por quem faz ciência e exerce a medicina. Do contrário, continuaremos a ver médicos aplicando cloroquina e hidroxicloroquina na população com Covid-19. Abusos e falta de ética não podem acontecer no presente, escancarados e consentidos ainda.

É preciso suspender estudos perigosos e abusivos. Todos têm o dever de zelar pelos mais vulneráveis! A consciência é a ética que devemos preservar e praticar.



sexta-feira, 17 de setembro de 2021

CRÍTICA Nº 1975: Tudo dependerá dos desdobramentos agora...

Com o Decreto Municipal, por enquanto apontado como Fake News, ficou sinalizado o nosso destino, a depender do rumo da política nacional com a crise do Coronavírus. 

Estado endividado, Corona na porta, eleições municipais adiadas e militares no poder (todos ficam onde estão). O plano de Bolsonaro ao provocar o caos é abrir espaço para os Militares assumirem o poder de forma aparentemente legitimada e consentida pelo povo. 

“Professora do vídeo que pede "exército na rua" é empresária e militante bolsonarista. A empresária se chama Fátima Montenegro e gravou um vídeo, republicado por Jair Bolsonaro hoje (03/04/2020), em que pede um golpe militar para que o comércio seja reaberto.”

Então a perguntar é: depois de tantos absurdos, a crise do coronavírus só fará o Governo sair mais forte ou nos entregará uma Ditadura Militar "consentida"?

CRÍTICA Nº 1974: Quem é o pai da mentira?

"Vocês pertencem ao pai de vocês, o Diabo, e querem realizar o desejo dele. Ele foi homicida desde o princípio e não se apegou à verdade, pois não há verdade nele. Quando mente, fala a sua própria língua, pois é mentiroso e pai da mentira”.

JOÃO 8:44

Resposta: O Jornal da Globo é o pai da mentira. Bolsonaro é o filho dele (repare como sutilmente o Jornal diz para o telespectador: "Oh, desculpe, meu filho se enganou"!

CRÍTICA Nº 1973: Sobreviver à Distância.

O Coronavírus tem um forte cheiro de conspiração das grandes empresas de tecnologia e comunicação, aliadas a governos fascistas e autoritários. Ele veio para antecipar hábitos dos poderosos que levariam anos para ganhar escala. O futuro opressor chegou de um jeito trágico – agora é lutar com as armas que a gente tem. 

Mas, por que tinha que ser assim? Por dois motivos:

1) Porque a criatividade nasce da necessidade, e a nova ordem econômica será movida pela tecnologia que confina e ilude; 

2) Porque são dominadores cruéis que desejam sempre mais lucro e poder diante da fragilidade do outro. 

Para conseguir o que querem, é preciso criar um ódio pela democracia. Isso explica o comportamento de Bolsonaro – contraditório, polêmico, aparentemente imbecil, gosta de atrasar medidas populares, enfim... Bolsonaro tem uma estratégia por trás do seu comportamento – ele deseja que a gente brigue uns com os outros, que a gente se individualize e, sobretudo, sinta ódio do Presidencialismo que ele mesmo representa, sinta raiva dos governadores e prefeitos, desacredite no voto, por isso os tenta corromper ou anular o tempo todo.

A sociedade do controle agora é feita com um sistema de monitoramento, com forte ajuda da Inteligência Artificial. O Coronavírus veio para eliminar as aglomerações e as interações sociais (reais, vivas, com o calor dos protestos, debates e manifestações). O governo autocrata e fascista deseja que sintamos raiva da Democracia, e por tabela desacreditemos nela. Bolsonaro se alimenta do nosso ódio e desunião, assim como a Globo está dando o “abraço da morte” na oposição.

Por mais ameaçador que seja o Coronavírus, por mais difícil que seja conviver com as diferenças, por mais indignante que seja nossos representantes políticos, NÃO PODEMOS DESISTIR DA DEMOCRACIA, NÃO PODEMOS ABANDONAR NOSSA CAPACIDADE DE MANIFESTAÇÃO E DIÁLOGO, NÃO DEVEMOS ABRIR MÃO DA LUTA CONJUNTA. A nossa capacidade de indignar, mobilizar e gritar é o melhor remédio contra o Corona, contra a Ditadura e contra Bolsonaro. 

Se nosso lema é “nenhum direito a menos,” precisamos de força para sustentá-lo. E a fonte da nossa força é a União.



CRÍTICA Nº 1972: Assim como fomos dormir e acordamos com o Coronavírus, corremos o risco de ir dormir e acordar com as Reformas Administrativa e Tributária, já feitas!

Seria necessário distrair não só a sociedade, mas um punhado de “intelectuais”, Governadores e lideranças sindicais. Além do BBB e das novelas reprisadas aqui dentro e da crise do coronavírus e o caos da saúde lá fora... Entra qui também a nossa vã Filosofia, com um bom punhado de dilemas morais e jurídicos, salpicados de Coronavírus. 

EXEMPLO 1: Uma mulher vê um furto. Vê uma criança maltrapilha e esfomeada pegar frutas e pães numa mercearia. Sabe que o dono da mercearia está passando por muitas dificuldades e que o furto fará diferença para ele. O que a mulher deve fazer? Deve denunciar a criança, julgando que com isso ela não se tornará um adulto ladrão e o proprietário da mercearia não terá prejuízo de fato? Ou deverá silenciar, pois a criança corre o risco de receber punição excessiva, ser levada pela polícia, ser jogada novamente às ruas e, agora, revoltada, passar do furto ao homicídio? 

EXEMPLO 2: Um pai de família desempregado, com vários filhos pequenos e a esposa doente, recebe uma oferta de emprego que exige que seja desonesto e cometa irregularidades que beneficiem seu patrão. Sabe que o trabalho lhe permitirá sustentar os filhos e pagar o tratamento da esposa. Que fazer? Pode aceitar o emprego, mesmo sabendo o que será exigido dele? Ou deve recusá-lo e ver os filhos com fome e a mulher morrendo? 

EXEMPLO 3: O "outro" a que se refere a situação abaixo é de direita, esquerda ou centrão?


E por aí vai... É hora de só filosofar ou de “uni-vos”? Nosso Sindicato precisa de nós. Precisamos descobrir em como ajudá-lo! Afinal, vivemos tempos em que está proibida a aglomeração.

CRÍTICA Nº 1971: Globo Malandra: vejam como ela ensina sutilmente aos prefeitos a entrarem em estado de calamidade.

1. Enfiou o ministro Alexandre de Moraes no STF (aquele careca que recebeu a vaga), depois do assassinato de Teori Zavascki (coincidência?). Ontem, dia 30/03, Alexandre de Moraes flexibilizou as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal (ou seja, União, Estados e Municípios, gastem o quanto quiser para combater o Corona!!!);

2. Agora assista a reportagem abaixo da abertura do Jornal Hoje, de hoje (31/03), ela começa fazendo um “drama sério”, e toca o terror (o medo);

3. Ensina aos prefeitos como decretar “estado de calamidade” (com o prefeito Rogério Lisboa de Nova Iguaçu, sabe de qual partido? Do partido PL). 

4. Amanhã será dia 1º de abril: Dia da Fake News (mentira nessa hora pode ser muito lucrativa, neh?).

População não precisa ficar preocupada com a gente ter que ter decretado estado de calamidade. Vamos seguir na nossa rotina que, é... do isolamento, que é importantíssimo. E, para a gente decretar estado de calamidade, a gente precisa de dois pré-requisitos:

1) Estar em estágio de “contágio comunitário”;

2) Ter ocupado mais de 80% dos leitos”.

CRÍTICA Nº 1970: A Terceira Onda: “Pode, mas não deve”.

O Ministro Alexandre de Moraes flexibilizou as regras da Lei de Responsabilidade Fiscal para os gastos do Governo no combate ao Novo Coronavírus. Antes dessa crise aumentar, o Governo Federal já tinha uma meta de déficit primário de R$ 124 bilhões. Com a permissão concedia/consentida agora pela Justiça, a projeção é estourar para R$ 350 bilhões! 

A medida também vale para Estados e Municípios, mas para isso precisam decretar “Estado de Calamidade” (é como se dissessem: “Cornavírus, infecte-me, por favor”). A ordem agora é: O Coronavírus está aí para todo mundo usar e abusar. Como vamos tirar o melhor proveito dele? Aliás, não é essa mesma a fala bolsonarista? 

Fiquemos atentos para todas as manobras e tentativas de flexibilização das Leis. A tática agora é endividar o Estado/Prefeitura/Poder Público para fragilizar ainda mais o povo (e os funcionários públicos) a fim de manipular a Justiça com supostas “justificativas nobres” (afinal, o que está em jogo é a Reforma Administrativa e Tributária).

Enfim, essa é a nova lógica cínica: Sofro, logo pode! A curto prazo, ou receberemos afagos ou ganharemos cascudos (por isso precisamos garantir logo o que é nosso por Direito!). Afinal, a longo prazo, o Estado está endividando, a Justiça está cedendo e a chibata será legitimada (corremos sérios riscos de perder os recursos jurídicos)!



CRÍTICA Nº 1966: Segunda onda...

Emoções à flor da pele.

O medo paralisa e faz obedecer. Pronto, agora desce a cartilha!


É só um palpite... Quer vê um filme de terror de verdade, assista ao Fantástico de hoje. 😏😈

Simmmm... Huehuehue

Nos transportou para dentro da televisão. Viramos uma novela da vida real, cujos capítulos ela escreve. A maior façanha da pós-modernidade:

A ficção virou realidade, e a realidade virou ficção. Globo briga com Bolsonaro mais dormem na mesma cama. É a mesma linha de dominação nos EUA.

Acho que o desfecho é derrubar Bolsonaro (uma falsa festa), mas afim de Mourão terminar o projeto e outro candidato dela dá continuidade em 2022. 

Tuchê!

CRÍTICA Nº 1963: A grande piada! (Por Neilton Lima).

Dona Maria vende chá de boldo e dona Joana vende abará na vizinhança. O negócio de dona Joana até que vai bem, mas dona Maria acha que o dela lucra muito pouco. Um belo dia dona Maria tem uma ideia virulenta: “Vou botar um pó de camarão especial nesse bolinho de feijão”... E toda a vizinhança deu diarreia... 

“Dona Joana” é a China e importa/exporta para o mundo inteiro. “Dona Maria” é Donald Trump aliado às grandes empresas de telecomunicações (CNN, Globo, por exemplo). A “vizinhança” é o brasileiro ou o resto do mundo, tanto faz. O “chá de boldo” é o sistema privado de saúde, mas também pode ser um deus, um cientista, uma promessa, uma campanha política, uma esperança... O “bolinho de feijão” é a nossa previdência, o nosso trabalho, o nosso pequeno negócio, a nossa fonte de sustento... A “diarreia” é o endividamento... 

Já sei: e o “pó de camarão” é o Coronavírus? Não! É o Bolsonaro. Tanto faz!

A fórmula política do Coronavírus é: a gente tira, dá, depois ganha o dobro. Tiramos da Previdência, damos na quarentena, ganhamos com a Reforma tributária e administrativa. Ficam as Reformas, ficam os ganhos permanentes. O trabalhador acha o seu lugar, alguns milhares de velhos mortos ou trabalhadores com problemas de saúde dizimados é lucro, fazemos um limpa sanitário, as empresas de tecnologia e comunicação saem mais fortalecidas, e o Governo também! 

Estamos passando por um seguro. Jogaram pó no nosso abará! E isso não tem graça!



O que grandes líderes mundias estão dizendo?

 








Enquanto isso, Bolsonaro...