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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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segunda-feira, 4 de julho de 2016

Química e Biologia: A química dos CARBOIDRATOS (3º Ano).

·         Os carboidratos, também chamados glicídios ou açúcares, são moléculas formadas por átomos de carbono (C), hidrogênio (H) e oxigênio (O).
·         A fórmula molecular de um carboidrato geralmente é dada por (CH2O)n. Essa fórmula indica que cada átomo de carbono está associado a um átomo de oxigênio e dois de hidrogênio, havendo n dessas combinações em cada molécula.
·         Os carboidratos são encontrados em pães, farinhas, massas, arroz, batata, milho, macarrão, açúcar, mel e em outros alimentos.
·         Eles são nutrientes necessários ou moléculas imprescindíveis à sobrevivência dos seres vivos, uma vez que desempenham importantes funções, como a de fornecer energia.
·         A tabela abaixo apresenta alguns dos dissacarídios mais comuns e os monossacarídios que os compõem.
·         De acordo com o tamanho e a estrutura molecular, os carboidratos podem ser classificados em três grupos principais:
 1.      Monossacarídios:
- Carboidratos simples, compostos de uma única unidade (moléculas que contêm entre 3 e 7 átomos de carbono).
- Recebem, por isso, as denominações gregas correspondentes a esses números: tri, tetra, penta, hexa e hepta, seguidas pela terminação ose.
- Exemplo: um monossacarídio com três átomos de carbono é uma triose, e outro com cinco átomos de carbono é uma pentose.
- O monossacarídio mais comum na natureza é a glicose, que tem seis átomos de carbono – é uma hexose.
- São exemplos clássicos de monossacarídios que fornecem energia para os seres vivos: Glicose, Frutose e Galactose.
- A glicose, principal fonte de energia, é produzida, principalmente, por meio da fotossíntese. É através da oxidação da glicose (combinação com o oxigênio) que os processos vitais são mantidos na maioria dos organismos.
- As pentoses ribose e desoxirribose fazem parte dos ácidos nucleicos, que compõem o material genético dos seres vivos em geral.
 - A desoxirribose é uma pentose de fórmula derivada da ribose por meio da redução da hidroxila no segundo átomo da cadeia de carbono, componente essencial do ADN.
2.      Dissacarídios:
- A combinação de dois monossacarídios forma um dissacarídio.
- Essa combinação ocorre por meio de uma ligação chamada glicosídica.
- Por sua vez, as ligações glicosídicas podem ser rompidas, liberando, então, dois monossacarídios.
- Esses dissacarídios também exercem papel energético nos seres vivos
3.      Polissacarídios (“muitos açúcares”):
- São novas combinações de monossacarídios, moléculas grandes, lineares (sem ramificações) ou ramificadas, compostas geralmente de um único tipo de monossacarídio, como a glicose.
- Os polissacarídios apresentam duas funções de extrema importância para os seres vivos:
A) Reserva energética: muitos seres vivos armazenam glicose, principal fonte energética, na forma de polissacarídios (como o amido e o glicogênio), formados por numerosas moléculas de glicose unidas entre si. Assim, esses polissacarídios constituem uma reserva de energia que pode ser utilizada posteriormente, pois, quando necessário, eles são convertidos novamente em moléculas de glicose.
B) Função estrutural: o polissacarídio mais abundante na natureza é a celulose, composta de moléculas de glicose. Ela tem função estrutural e forma os envoltórios relativamente rígidos das células vegetais, chamados de parede celular. A madeira e o algodão, por exemplo, são formados predominantemente por celulose.

- A molécula de celulose é uma cadeia formada por unidades de glicose. Ela é linear, enquanto a de glicogênio e a de amido são ramificadas. Além disso, na celulose as ligações entre as moléculas de glicose são mais rígidas, o que confere a função estrutural desse polissacarídio. Logo, essas ligações não são quebradas de maneira eficiente pelos animais durante a digestão. Bois e outros animais herbívoros abrigam, em seu trato digestivo, microrganismos capazes de quebrar essa molécula, o que lhes permite sobreviver alimentando-se de capim.   
- O amido é um polissacarídeo formado pela união de várias moléculas de glicose e presente em grande quantidade nos vegetais.
- O glicogénio ou glicogênio é um polissacárido e a principal reserva energética nas células animais e bactérias como as cianobactérias, antigamente chamadas de algas azuis, encontrado, principalmente, no fígado e nos músculos.
 - A ribose também está presente na molécula do composto energético trifosfato de adenosina, o ATP.
- Outros exemplos de polissacarídios estruturais são o ácido hialurônico, presente em células dos vertebrados, e a quitina, que forma a parte externa do corpo de insetos, aranhas e outros artrópodes.

Feira de Ciências - 2016: "As bases químicas da vida". (2º & 3º ano).

Olá, pessoal
Fiz uma sistematização da nossa "Feira do Conhecimento - 2016". 

Nosso objetivo foi abordar a "Química Orgânica e as Cadeias de Carbono", demonstrando as fórmulas estruturais e as moléculas da Vitamina C, da Cafeína e do Licopeno. Para isso, apresentamos 01 mesa expositiva dessas estruturas e outras 03 mesas com frutas e alimentos, principais fontes dessas substâncias. Contamos ainda com a participação da equipe "ArtMagistral - Farmácia de Manipulação", que abrilhantou e enriqueceu nossa atividade com valiosas demonstrações. 

Meus sinceros agradecimentos à Direção da Escola, minhas colegas de trabalho Ivete e Mágela, ao Dr. Murilo e, especialmente, aos meus alunos do 2º e 3º ano que brilharam nessa atividade. Um forte abraço a todos!  

Vídeo de abertura da palestra do Dr. Murilo. 
Demonstração de Medicamentos Manipulados. 


Química Orgânica e as Cadeias de Carbono:
Vitamina C, Cafeína e Licopeno.
Vitamina C: 


Cafeína:
Sobre a Cafeína:
·         Inúmeros fabricantes de alimentos e bebidas extraem a cafeína natural para uso em seus produtos, ou mesmo adicionam a cafeína de forma sintética, bebidas energéticas e suplementos esportivos são os campeões de adição de cafeína.
·         Pode ser encontrada em mais de 60 tipos de plantas.
·         Atua sobre o sistema nervoso central ativando e aumentando assim a energia e o metabolismo do organismo.
·         Quando ingerimos alimentos que contêm cafeína eles são absorvidos pelo intestino delgado e em poucos minutos já está distribuído a todos os órgãos do corpo através da corrente sanguínea.
·         Os efeitos que podemos sentir em curto prazo são a aceleração dos batimentos cardíacos, o estímulo ao cérebro, aumento do fluxo urinário e a produção de ácidos digestivos.
·         A cafeína relaxa os músculos que controlam os vasos sanguíneos e as vias respiratórias e causa a sensação de revigoramento, diminuindo, temporariamente, a fadiga e a sensação de torpor e sono.
·         Quando a cafeína é consumida regularmente, o organismo passa a desenvolver certa tolerância aos seus efeitos. Caso o consumo seja diário pelo indivíduo, seus efeitos serão menos perceptíveis ao compararmos a uma pessoa que não consome regulamente; este segundo indivíduo notará os efeitos claramente.
·         Pessoas acostumadas ao consumo de cafeína, quando ficam em abstinência do produto por um período razoável, podem ter como efeito dores de cabeça, irritação e outros sintomas cuja gravidade varia bastante. Pessoas com problemas cardíacos são aconselhadas a se absterem da cafeína, pois ela pode provocar palpitações e outras arritmias cardíacas.
·         Em média, o tempo que a cafeína se mantem no organismo é de 4 a 6 horas. Se bebermos cerca de 100 mg de cafeína, que equivale a uma xicara de café, no final da tarde, provavelmente teremos ainda vestígios de cafeína no sangue e isso pode influenciar o sono pela noite.
·         Ingerir um excesso de 1.000 mg de cafeína por dia pode deixar o usuário irritadiço, inquieto e ansioso.

Benefícios:
·         A cafeína é uma substância que ajuda a estimular o sistema nervoso central;
·         Acelerar o metabolismo;
·         Aumentar a energia do organismo;
·         O aumento temporário da capacidade mental e a concentração, além da melhora do desempenho atlético, temporariamente aumentando a força e a resistência muscular.

Por isso, muitas pessoas acabam procurando por fontes dessa substância para espantar o sono, afastar a preguiça e ter mais disposição durante o dia.

Malefícios:
·         A cafeína pode provocar diversos problemas de saúde;
·         Em alguns casos, interferir na absorção de cálcio;

Portanto, deve ser consumida com moderação.

Licopeno:
Aquele Abraço! 
Profº Neilton Lima. 
Química.