Quem sou eu

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São Francisco do Conde, Bahia.
PsicoPedagogo.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

As contas do Governo... As nossas contas.

As contas do Governo devem fechar o ano com um rombo de R$ 120 bilhões. Quase metade desse déficit vem do pagamento das pedaladas fiscais (bancos públicos cobriram as contas do Governo para que o mesmo feche o ano sem entrar no vermelho). Toda essa dívida será quitada ainda em 2015.

De qualquer forma, 2016 começa com um aumento real do salário mínimo. Passou dos atuais R$ 788,00 para R$ 880,00. Em um cenário de crise econômica, é uma excelente notícia. O impacto será de R$ 4,7 bilhões nas contas do Governo. 

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Reforma Administrativa Insuficiente...

A ideia de uma Esplanada mais enxuta continua uma ideia. Os R$ 200 milhões que seriam economizados, faltam mais de R$ 180 milhões para fechar a conta. Seriam feitos cortes na Máquina Pública para ajudar a cobrir um rombo de mais de R$ 30 bilhões no orçamento de 2016.

- eram para ser cortados 3 mil cargos comissionados, mas só deixaram de existir 346 (11,5% do esperado);
- 10 ministérios seriam cortados, mas só foram 8 (o número caiu de 39 para 31);
- nas secretarias ligadas aos ministérios, 30 seriam extintas, mas até agora foram apenas 7;

- o Governo promete que ainda pagará neste ano (2015) as pedaladas fiscais;

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Vacina contra dengue chega ao Brasil...

ANVISA aprova a venda da primeira vacina contra a dengue no Brasil. A estimativa é que ela consiga diminuir 2 em cada 3 casos da doença. A vacina é produzida em um laboratório francês e é eficiente para os 4 tipos de dengue. Os testes feitos em 15 países mostram a eficiência da vacina para quem tem entre 9 e 45 anos de idade. É uma eficácia superior a 65%, mas consegue evitar até 93% dos casos mais graves de dengue. Essa vacina já é vendida no México e nas Filipinas e deve ser tomada em 03 doses, com intervalo de 06 meses entre elas. Esse medicamento estará disponível no final do primeiro semestre de 2016. 80% dos criadouros da dengue estão dentro das residências humanas. A vacina contra dengue não diminui o cuidado do combate ao mosquito que também transmite a febre Chikungunya e o Zika vírus. 
Só este ano de 2015 o número de casos da doença registrado em todo o Brasil é de: 
O fabricante disse que tem condições de fazer 100 milhões de doses por ano e conseguiria mandar 30 milhões para o Brasil. A vacina tem eficácia média de 66%, o que significa a redução de até 80% dos casos que levam à internação. Um resumo da vacina é o seguinte:





sábado, 26 de dezembro de 2015

Que tal um pouco de Didática?

  A Didática não é um conjunto de técnicas, mas uma área do conhecimento que procura fazer a mediação entre a teoria educacional e a prática em sala de aula.
  A motivação do aluno pode vir da percepção de que o professor ama o que faz. “É incrível como ele consegue fazer a gente entender, como junta as coisas da vida com as coisas da disciplina”. São aulas organizadas e planejadas. Tem facilidade para ouvir os alunos. Varia as estratégias dependendo do conteúdo. “Não se estressa por bobagem”. Quando ocorre algum problema, tipo indisciplina, ele ouve, reflete e age, mas sem fazer escândalo.

  O trabalho docente se faz na interface entre o desenvolvimento da prática (conhecimento tácito) e o aprofundamento teórico. O aprofundamento teórico é essencial para uma ação reflexiva, de qualidade superior, e é preciso cuidado para não cair em nenhum dos extremos: o praticismo e o teoricismo. A teoria e a prática se articulam o tempo todo, embora nem sempre as percebamos.
  O praticismo reduz a formação do professor apenas à prática e nega-lhe a possibilidade de ser um intelectual da educação e coloca-o apenas no papel de executor de atividades pensadas e programadas por sistemas de ensino, leis, autores, etc.
  Na área da educação, a Didática é uma área essencial para o aprofundamento teórico. Ela é “uma área que tem como especificidade o estudo da prática pedagógica” e se ocupa do processo ensino-aprendizagem.
  Há uma grande importância da formação docente. O professor deve ir além do domínio de conteúdo e a Didática tem um papel fundamental nisso.
  Definições de Didática. Na Antiguidade até o século XIX o método de ensino era a memorização (a compreensão era quase desnecessária). Há várias concepções de Didática que foram sendo construídas no decorrer dos tempos e de acordo com as necessidades e condições da sociedade em cada época. 
1.      A Didática é uma disciplina teórico-prática que pretende subsidiar o professor “em todos os elementos constitutivos da dinâmica escolar, quais sejam: a reflexão pedagógica necessária à implementação de um projeto educativo, com suas concepções explicitadas através de seus planejamentos e efetivadas através de sua dinâmica cotidiana” (MELO; URBANETZ, 2008, p. 152).
2.      A Didática é a arte de ensinar.
3.      É uma disciplina técnica, e que tem como objetivo específico a técnica de ensino.
4.  É o estudo das teorias de ensino e de aprendizagem aplicadas ao processo educativo que se realiza na escola, bem como dos resultados obtidos. 
  Vários filósofos e educadores se dedicaram ao estudo de novos métodos de ensino com ênfase na compreensão:
- Sócrates (século V a.C.): teoria baseada na refutação (fazer o discípulo admitir sua ignorância) e na maiêutica (refletir e reformular suas próprias respostas). O saber não é uma transmissão, mas uma descoberta própria. Ou seja, partia do erro para o acerto.
- João Amos Comenius (século XVII): didática é a arte de ensinar tudo a todos. Em 1632, apresentou 5 princípios para o ensino:
1. o aluno aprende através dos sentidos (ver e tocar);
2. aplicar o conteúdo ao dia a dia;
3. explicação da origem dos fenômenos estudados;
4. explicar os princípios gerais e somente depois os detalhes;
5. continuar o conteúdo somente após a compreensão total do aluno.
- Heinrich Pestalozzi (século XVIII): o indivíduo nasce bom e as influências do ambiente interferiam na formação do seu caráter. Portanto, a educação era um agente natural transformador da sociedade. Características do seu método:
1. apresentava o conhecimento por seus elementos simples e concretos, para estimular a compreensão;
2. utilizava o processo de observação ou percepção pelos sentidos, denominado de intuição;
3. fixava o conhecimento tendo como base a observação;
- Jhon Frederik Herbart (século XIX): baseou seu trabalho em Pestalozzi, de quem foi discípulo. O ser humano não é bom nem mau, mas desenvolve-se num sentido ou no outro a partir das influências externas. Sua característica é a assimilação. A função da escola é ajudar o aluno a se desenvolver:
1. do contato com a natureza, através da experiência;
2. do contato com a sociedade, através do convívio social.
- John Dewey (século XX): a escola teria que trabalhar em coletivo se baseando na cooperação, pois o homem tem uma necessidade social que o obriga a ser cooperativo.

  O estudo da Didática é essencial ao professor e objetiva que ele compreenda o fenômeno educativo de maneira ampliada e possa tomar decisões adequadas aos propósitos que ele defende.
  Como ser um bom professor? O professor é e precisa ser um intelectual da educação, saber o que e como fazer, assim como as possíveis consequências de seus atos!




quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Teremos um deserto aqui no Nordeste?

Monitoramento feito por pesquisadores através de imagens de satélite mostra o motivo de brasileiros estarem abandonando uma grande região que envolve o norte de MG e todos os estados aqui do Nordeste. É uma imensidão devastada. São efeitos silenciosos porque quando chove renascem plantas que não crescem quase nada, mas causa uma sensação de que está tudo bem com a caatinga. Mas, não está não: a terra está perdendo a fertilidade ou a capacidade de produzir alimentos. Quem sobrevivia da agricultura familiar está sofrendo o drama da desertificação. Veja o tamanho das áreas que estão virando deserto no semiárido brasileiro e a quantidade de pessoas afetadas.



domingo, 20 de dezembro de 2015

Seis características do professor do século 21.

Eis as qualidades do novo educador...

1ª - Ter boa formação: o mestrado é o caminho natural.


Os bons educadores, aqueles que realmente fazem a turma aprender, são os que não param de estudar. Isso implica dominar cada vez mais o conteúdo curricular como também as ferramentas para pensar em novas formas de abordá-lo durante as aulas. O mestrado nessas horas é um bom caminho. A integração entre o mestrado e a experiência em sala de aula leva a reflexões sistemáticas que eliminam barreiras entre a teoria e a prática. Ele rompe com visões tradicionalistas e noções simplistas. Acredito que a boa formação é o caminho para a Educação pública dar um salto de qualidade. Só assim os educadores vão dominar os conteúdos, fazer um planejamento de acordo com as diretrizes da rede e a realidade dos alunos e avaliar a própria prática. Sinto cada vez mais confiança em relação a meus conhecimentos e, quanto mais estudo, mais percebo como isso é imprescindível para ensinar bem.
2ª - Usar as novas tecnologias: um recurso a favor dos conteúdos.

A tecnologia pode potencializar o ensino. Ora os educadores não capacitados para aproveitar esses recursos ou os usa sem planejamento. Aprendi a importância de analisar quais conteúdos podem ser ensinados com o auxílio da tecnologia. O fato é que nossos alunos são formados dentro da cultura digital e profundamente influenciados por ela. Com a democratização do uso da internet, o crescimento do número de lan houses, o barateamento dos computadores e mesmo a implantação de programas de governo destinados à informatização das escolas, não há por que trabalhar usando somente o quadro e o giz. Cabe a nós entender como se dá esse processo e nos atualizar de forma a desafiar os estudantes.
3ª - Atualizar-se nas novas didáticas: um jeito de ensinar cada disciplina.

É importante não perder as formações oferecidas pela rede como meio de atualizar em relação à didática. Faz toda a diferença no dia a dia na sala de aula ter contato com as obras de autores consagrados e se aprofundar nas didáticas específicas. Hoje tomo decisões com mais segurança e, quando vejo o quanto os estudantes estão avançando, percebo que estou no caminho certo. 
 4ª - Trabalhar em equipe: na troca de ideias, todos ganham.

Hoje tenho total clareza de que, conversando com os demais professores e com a orientadora pedagógica, é possível descobrir formas mais eficazes de ensinar. Juntos, planejamos as atividades, analisamos o que funcionou ou não e pensamos no que é preciso fazer para melhorá-las. Os pais são outros grandes aliados no processo de ensino e aprendizagem. Quando todos - família, professores e gestores - se envolvem, o aluno sempre ganha.
5ª - Planejar e avaliar sempre: observar para reorientar o trabalho.

Há uma importância fundamental de usar meios avaliativos para checar o que de verdade os alunos aprenderam e, com isso, verificar a qualidade e a consistência das estratégias de ensino para reorientar o trabalho em sala. Para isso, a escola precisa ter um currículo bem estruturado para se saber quais são as expectativas de aprendizagem para cada conteúdo. É importante começar a aula com uma sondagem e, com base nesse levantamento, programar maneiras de retomar o que não foi aprendido. Na hora de introduzir um conteúdo, propor situações diversas antes de entrar na teoria propriamente dita, definindo estratégias e fórmulas e sistematizando o que se viu na prática. Durante todo o ano, vão se alternando os momentos de planejamento, as aulas e a avaliação - que não se baseia apenas em provas. Observar e registrar as estratégias usadas pelos alunos, as dificuldades e os avanços deles, além de olhar os cadernos. Assim, procurar não deixar as dúvidas se acumularem e logo intervir. Quando identificar alunos com dificuldades, se concentrar em ajudá-los, enquanto quem está em dia com a matéria se ocupar de outras atividades. Trabalhos em grupo, durante as quais os colegas se ajudam, também são essenciais. Algumas vezes, como lição de casa, propor desafios complexos para a garotada. Isso ajuda a ver até que ponto todos entenderam o que foi visto e se conseguem usar um conhecimento em diferentes contextos. Esse é mais um jeito de aproveitar da melhor maneira o potencial da turma e tornar o trabalho ainda mais produtivo.
6ª - Ter atitude e postura profissionais: todos os alunos podem aprender.

Ao não se sentirem ouvidos, os jovens podem perder o interesse pelas aulas. É necessário valorizar o que eles sabem e, sobretudo, respeitar seu cotidiano. Assim, a aprendizagem do conteúdo começou a fazer sentido e eles passaram a ficar mais atentos às aulas. Ainda assim, se surgia alguma briga, eu deixava claro que, como qualquer outro lugar, a sala de aula também tem normas de convivência. Em vez de impor regras, coloquei o tema em discussão e os atritos diminuíram. Todos, independentemente de seu histórico e comportamento, têm a capacidade e o direito de aprender e, por isso, devemos sempre esperar o melhor de cada um. Todo docente deve analisar cada caso, olhar para as dificuldades de convivência, pensar em estratégias para sanar os problemas e criar o melhor ambiente para a aprendizagem. Envolver os pais nesse processo ajuda. Deixo claro para eles que é essencial mostrar aos filhos como se importam com a vida escolar deles. O que ocorre na sala de aula é reflexo da Educação como um todo. Essa reflexão deveria se estender a todos nós, professores, os principais interessados, juntamente com os alunos, na melhoria da qualidade do ensino.

Atualidades da Mídia: 2015/2016

·         Quase todos os brasileiros pretendem dá presente (93%), mas sem gastar tanto (por isso o valor das vendas deve cair 22%). Até a tradicional decoração natalina foi cancelada em muitos pontos visando a economia.
·         Bombeiros e brigadistas já trabalham a quase 2 meses para controlar o incêndio que não para de avançar na Chapada Diamantina. São muitos focos. A principal preocupação é com o Parque Nacional da Chapada Diamantina (13% já foram destruídos), uma das principais reservas ecológicas do país. Espécies raras estão virando cinzas.

·         A Justiça Federal determinou o bloqueio dos bens da Vale e da BHP, donas da mineradora Samarco. A medida é para garantir o pagamento total dos danos causados pelo rompimento da barragem em MG. 

E mais...


·         Aumento de impostos sobre eletrônicos e bebidas. Aí sobra para o consumidor. Celulares, computadores (produtos de informática: 9,25% as mais no preço bruto. O Governo quer com PIS e o COFINS uma arrecadação de R$ 6,7 bilhões em 2016, com perspectiva de perdurar até 2019), vinhos e bebida em geral estão mais caros (+IPI = Imposto sobre Produtos Industrializados: 10% para vinhos a 30% para uísques = R$ 1 bilhão para o Governo em 2016).

·         A mídia quer saber: o novo Ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, fará o corte necessário de gastos que a economia necessita? A desconfiança perante a ele veio do fato de estar à frente de medidas que aumentaram os gastos do Governo. Ele defendeu uma meta flexível de economia para o ano que vem. O objetivo é tentar equilibrar as contas públicas e interromper o ciclo de queda da atividade econômica (da recessão da economia). Fica claro que a política fiscal será mantida. Seus dois grandes desafios são:
 A inflação, que deve fechar 2015 perto de 11% (o maior índice desde 2002);
- E a alta do desemprego.
- O grande problema imediato é: as pedaladas fiscais = empréstimos dos bancos públicos para o Tesouro Nacional, julgados ilegais pelo TCU. Essa dívida já está em R$ 57 bilhões. 

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Obras do Porto Sul

Depois de 06 anos de muita polêmica, as obras do Porto Sul, aqui na Bahia, vão começar. A construção do porto deve gerar 2 mil empregos diretos na região, mas muitos ambientalistas reclama dos impactos ambientais. A autorização do IBAMA para retirar parte da Mata Atlântica era o passo que falta para o início das obras. 500 hectares serão desmatados para a construção do Porto Sul, na região de Aritaguá, em Ilhéus. O projeto está orçado em mais de R$ 2 bilhões, e é resultado de uma parceria público/privada. As obras irão começar no 1º semestre de 2016, e o porto deve ficar pronto em 03 anos.

Algumas empresas já fazem planos para escoar a produção por esse porto. Entre elas, uma multinacional produtora de minério de ferro. Para alguns, o Porto Sul é essencial para se redefinir a Geografia econômica da Bahia (alavancar a economia regional levando empregos e sustentabilidade). Enquanto outros, tratam-se de investimento inadequados para a região. 



Os vários pontos da polêmica do possível Impeachment de Dilma Rousseff...


quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

Novos dados do IBGE 2015/2016

- Menos da metade das famílias têm o padrão tradicional: marido, mulher e filhos (mas, esse perfil ainda é maioria no Brasil: casais com filhos: 42,9% em 2014, em 2004 eram 51%). 01 em cada 05 casais opta por viver como eternos namorados. Em 10 anos, a taxa de fecundidade no país caiu 18,6%. Em 2004, o índice de filho por mulher era de 2,14 (agora é de 1,74%). Em 15,1% dos lares a mulher é apontada como pessoa de importância e referência (em 2004, essa percepção era bem menor, apenas 3,6%). Embora a participação da mulher no mercado de trabalho tenha aumentado, a dupla jornada de trabalho não mudou. Há 10 anos, 09 em cada 10 mulheres chegavam em casa e continuavam trabalhando, 90,7% em2014. E quanto à mulher solteira sem filhos morando sozinha, esse grupo era de 10% em 2004 e agora subiu para 14,4% em 2014.