Quem sou eu

Minha foto
São Francisco do Conde, Bahia.
PsicoPedagogo.
Obrigado pela visita! Volte Sempre!

"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47). “Escrever é um ato de egoísmo, porque é uma forma de eu não esquecer das coisas que aprendi. Mas também é um engajamento. É a minha maneira de fazer política, de ajudar a pensar nosso país e de mostrar ao Brasil um Brasil que ele não conhece, que foi ocultado das narrativas hegemônicas” (Daniel Munduruku).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

Arquivos do blog

segunda-feira, 30 de março de 2015

12. Levei um pacote de leite para a sala & rendeu uma aula de "Química Orgânica"...

Capítulo 1: Leia e entenda rótulos e embalagens.

A Química está na área das Ciências da Natureza. Na modalidade da EJA, nosso slogan é: "Viver, Aprender. Transformação e Cotidiano". Temos como metas: Educação continuada, alfabetização, diversidade e inclusão.

Convivemos com uma variedade muito grande de produtos industrializados: medicamentos, produtos de higiene e de limpeza, cosméticos, tintas, agrotóxicos, inseticidas domésticos, solventes, metais, produtos alimentícios, papéis, plásticos, combustíveis e tantos outros. Alguns deles estão entre as principais causas de acidentes domésticos (incêndios e explosões): foram registrados no Brasil (2009), cerca de 100 mil casos por ano de intoxicações (mau uso desses produtos), levando a mais de 400 mortes. Consequências: queimaduras, cortes e sufocamentos... Para prevenir de todos esses riscos é preciso conhecer mais os materiais que nos cercamPor isso é preciso uma leitura atenta de tudo o que está escrito nos rótulos e nas embalagens dos produtos que utilizamosConhecer bem suas informações antes de comprar e utilizar um produto.



 É preciso ficar muito atento ao comprar um produto...

·         Nome do Produto:
- diz o que se está adquirindo.
- não comprar “gato por lebre”.
- produtos com a mesma finalidade, comercializados em embalagens semelhantes e encontrados nas mesmas prateleiras dos supermercados podem ser diferentes.
·         A marca do Fabricante:
- quais seriam as razões para a preferência pela marca? Por que alguém adquire um produto da marca X e rejeita o mesmo produto da marca Y?
- Só confiança na marca? Propaganda? Preço? Hábito? A qualidade dos produtos da marca?
- As marcas que estão há mais tempo no mercado e investem em propaganda têm a preferência das pessoas, mesmo que seus produtos sejam mais caros.
·         Data de Fabricação e o Prazo de validade:
- os produtos encontrados no mercado são constituídos de substâncias químicas;
- com o tempo, tais substâncias, por interação com luz, calor ou ar, transformam-se em outras, com características completamente diferentes do produto inicial;
- logo, “prazo de validade” = o período de tempo em que as características do produto adquirido são garantidas pelo fabricante.
- fora do prazo, o produto pode apresentar “problemas de ineficiência”: perde o poder de limpeza, o sabor, causa danos à saúde, etc.
- devemos tomar muito cuidado com as “ofertas”...
·         Tabela nutricional (no caso de alimentos);
·         A Composição (Ingredientes):
- é importante ler a composição do produto por várias razões: há pessoas alérgicas a determinados ingredientes; em caso de alergia, intoxicação ou ingestão acidental, é importante indicar ao socorro médico o que o produto contém, pois assim o tratamento tem maior chance de sucesso.
·         Modo de usar (contraindicação e precaução):
- Evita acidentes;
- Chega ao resultado esperado.
·         Os símbolos que aparecem:


- todos os produtos têm alguma utilidade, mas muitos deles são perigosos. Alguns são inflamáveis e podem provocar incêndios e queimaduras. Outros são tóxicos e podem causar doenças e até matar. Outros são corrosivos, ou seja, corroem diversos materiais, destroem a pele e, se forem ingeridos, podem matar.
- Reciclar significa reinserir o material no ciclo produtivo e não simplesmente que ele seja reutilizado com outra finalidade. Por exemplo, garrafas PET são recicladas quando entram no processo de produção para dar origem novamente a plásticos e não quando são simplesmente reutilizadas para fazer uma vasilha. Nesse caso, temos reuso e não reciclagem.
·         Nome, endereço e telefone do fabricante:
- são informações importantes para esclarecimentos de dúvidas dos consumidores ou possíveis reclamações.
- produtos que não têm essas informações são possivelmente clandestinos.
·         O preço do produto;
·         A quantidade de produto:
- uma forma de “aumentar preços indiretamente” ou a famosa “maquiagem” é a de “pagar mais por menos”: o produto é o mesmo, o preço é o mesmo, mas a quantidade fica menor.
- Por exemplo: certo fabricante vende o pacote de 4 rolos de papel higiênico com 20 m cada um a R$ 2,50. Outro vende o pacote de 4 rolos de papel com 30 m cada um, com a mesma qualidade, a R$ 2,70. É, portanto, mais barato comprar os rolos de 30m. Verifique sempre a quantidade indicada e tenha sempre uma calculadora em mãos ao fazer compras! 


Tipos de Leite

Leite...
O leite é um alimento rico em nutrientes composto por diversas vitaminas, gorduras, carboidratos, proteínas, sais minerais e água. Por isso é muito suscetível à ação de microrganismos que nele facilmente se desenvolvem. Ao ser retirado da vaca, o produto já contém uma certa quantidade de microrganismos que são normalmente encontrados no animal e que saem durante a ordenha.
Após a retirada, o leite pode receber, do meio ambiente, vários microrganismos contaminantes.
A quantidade de microrganismos presentes no leite serve como base para a sua classificação. Também por meio da análise da flora microbiana do produto, é possível obter dados que permitem comprovar as condições de higiene em que o leite foi produzido. A multiplicação de bactérias provoca, essencialmente, alterações químicas das gorduras, açúcares e proteínas. Essas alterações químicas modificam as suas características normais, tornando-o impróprio para o consumo humano e para a indústria de laticínios.

Em relação ao teor de gordura, os leites se classificam em:

1.      Integral: com toda a gordura
O leite integral é uma excelente fonte de cálcio e proteínas, mas, para atender a esta classificação, deve conter, no mínimo, 3% de gordura.

2.      Semidesnatado: menor teor de gordura
O leite semidesnatado apresenta menor teor de gordura (de 0,6 a 2,9%). É considerado uma excelente fonte de cálcio e proteínas, pois mantém o mesmo teor destes nutrientes que o leite integral. É indicado para pessoas que queiram ingerir menos gordura para diminuição de peso corporal ou por problemas como colesterol alto no sangue.

3.      Desnatado: praticamente sem gordura
O leite desnatado apresenta redução ainda maior no teor de gordura em relação ao semidesnatado: deve conter, no máximo, 0,5% de gordura. Este leite é indicado para pessoas que precisem ingerir ainda menos gordura para diminuição de peso corporal ou por problemas como colesterol alto no sangue. Apesar da diminuição de gordura, o leite desnatado mantém o mesmo teor de cálcio e proteínas que os demais tipos de leite. O leite desnatado (praticamente sem gordura) pode ter sido produzido tanto nas condições de B como de C, sendo que a característica "desnatado" deve ser especificada no rótulo.

Em relação aos métodos de processamento, os leites se classificam em:

1.      Pasteurizado: submetido a altas temperaturas...
É o leite que foi submetido ao tratamento térmico que consiste no aquecimento à temperatura de 72 a 75°C por 15 a 20 segundos, e refrigeração à temperatura de 2 a 5°C, sendo envasado em seguida. O objetivo da técnica é destruir micro-organismos causadores de doenças.

OBS: O leite Pasteurizado possui três tipos: A, B e C.

A, B, C - O leite pasteurizado é classificado em A, B e C, de acordo com sua qualidade. O leite tipo A é aquele pasteurizado em indústria que fica na própria fazenda ou sítio, sendo mantido a 10 graus até o momento da pasteurização, que é imediata. Com ordenha mecânica, o leite A é integral e deve ser avaliado para os teores de resíduos de antibióticos, cujo limite legalmente permitido é de 0,05 UI/ml. Quanto ao número máximo de microrganismos aceita-se 2000/ml de leite e ausência de coliformes fecais.
O tipo B é integral, produzido em sistema de ordenha preferencialmente mecânica, devendo ser transportado e resfriado a 10 graus, em no máximo 6 horas após a ordenha. O número máximo de microrganismos é 80.000/ml e coliformes totais 4/ml e coliformes fecais 1/ml.
O tipo C é produzido por meio de ordenha manual sem resfriamento obrigatório. O número total de bactérias máximo é de 300.000/ml, coliformes totais até 4/ml e fecais 2/ml.

2.      Longa vida (UHT – Temperatura ultra alta): popularmente chamado “leite de caixinha”...
Durante o processo UHT, o leite é submetido a altas temperaturas e chega a alcançar 150°C em poucos segundos. Assim, elimina praticamente todos os micro-organismos – até mesmo as bactérias inofensivas. Tanto o processo UHT como sua forma de envasamento colaboram para que seu prazo de validade seja maior. O leite longa vida pode trazer estabilizantes químicos, como citrato de sódio, monofosfato de sódio e trifosfato de sódio, separados ou em combinação. Segundo a legislação, em quantidade máxima de 0,1g/100 ml. É importante ler a embalagem, inclusive a parte escrita com letras pequenas. Garrafas plásticas nas prateleiras, fora das geladeiras dos supermercados e padarias, são leite longa vida. Nesses casos, na embalagem deve estar escrito "longa vida" ou "UHT".

Todos os tipos - pasteurizado ou longa vida - devem ser mantidos em geladeira após abertos e consumidos em curto espaço de tempo.

- Escolher o tipo de leite que atende melhor as suas necessidades...
- É importante conhecer suas propriedades, como teor de gordura e valor nutricional.
- Outro aspecto importante que pode influenciar na qualidade desse alimento é a saúde dos animais, já que muitas doenças dos bovinos podem ser transmitidas para o ser humano.
- O leite precisa ser submetido, na indústria, à elevação de temperatura, para eliminar os agentes causadores de doenças, garantindo também a sua conservação. Nesse sentido, é importante alertar que esse alimento só deve ser consumido após ser pasteurizado na indústria. Não se recomenda a compra do produto diretamente das propriedades rurais, sem ter sido submetido a altas temperaturas (pasteurização), pois pode transmitir doenças.
- Antes e após a pasteurização, amostras são examinadas, pelo Serviço de Inspeção Federal (Sif), para verificação de sua qualidade e ausência de eventuais fraudes ou adição de substâncias estranhas.
- Outros - Quando o produto não é de vaca, a sua embalagem deve sempre especificar: leite de cabra, leite de ovelha, leite de búfala e outros. Uma curiosidade: alguns países da África Ocidental, como Mauritânia e Burkina Fasso, produzem e consomem leite de camela, pasteurizado normalmente e também com produção de derivados, como queijos e iogurtes. Há também o leite misturado, de vaca e de camela. Tudo legal e obedecendo a normas sanitárias.
- Bebida láctea não é leite - Finalmente, uma questão que vem sendo discutida nos últimos meses: a adição de soro (do próprio leite) ao leite. Isso é permitido, mas aí deve constar na embalagem o termo "bebida láctea" e não "leite". A "bebida láctea", por conter soro lácteo, não possui todos os nutrientes do leite. O soro é o produto resultante da fabricação de queijos e mais barato, por ser um subproduto. É porém mais pobre, principalmente em proteínas.


Extras...

Glúten: Proteína encontrada nos cereais (trigo, cevada, centeio, aveia). Esses cereais são compostos por cerca de 40-70% de amido, 1-5% de lipídios, e 7-15% de proteínas. A frase "contém glúten", encontrada em embalagens de diversos produtos alimentícios, serve para alertar as pessoas portadoras de intolerância ou reações alérgicas a essa proteína, para que não consumam aquele alimento.
Pães e outros produtos produzidos com farinha de trigo, cevada e aveia, contém glúten. 

O ácido muriático O ácido muriático, também chamado de ácido hidroclorídrico, é o produto químico mais perigoso vendido no mercado aberto. O ácido fosfórico pode ser usado como uma alternativa mais segura para limpar o concreto. Ainda, se a mancha não sumir com o ácido fosfórico, o ácido muriático pode ser usado seguramente em áreas externas e com pouco vento. Serve para a lavagem de pedras, pastilhas, mosaico português entre outros, deve ser misturado no proporção de 1/10, uma parte de ácido para 10 de água. Se colocar muito ácido, pode corroer o rejuntamento. Use luvas e mascara para manipular o produto.

Desentupa a Pia com Ácido Muriático!
Ácido muriático é um ácido relativamente forte que pode ser adquirido em lojas de materiais de construção, e com ele certamente vai conseguir desentupir sua pia, mas é muito importante que observe alguns cuidados ao manusear esta ácido, veja a seguir os cuidados que deve ter:
§  Use luvas de proteção
§  Use um avental de proteção
§  Use óculos de proteção
Ao utilizar ácido muriático para desentupir a pia deve observar com cuidado para que o ácido não entre em contato com nada de alumínio, despeje o ácido delicadamente diretamente dentro do ralo da pia.
Também é aconselhável que assim que terminar de jogar o ácido no ralo não deixe seu rosto próximo ao ralo, este ácido libera vapores enquanto age, estes vapores podem causar muita irritação em mucosas como nos olhos.
Para lidar com produtos como ácido muriático, soda cáustica, diabo verde ou outros produtos químicos é sempre aconselhável que não tenha nenhuma criança nem animal de estimação por perto, assim estará evitando acidentes graves.
Se ainda assim sua pia continuar entupida realmente é o momento de procurar por um profissional especializado para desentupir sua pia.

domingo, 29 de março de 2015

11.4 Veja 10 alternativas saudáveis aos doces, sem deixar de ser doce...


01.  BANANA COM CANELA: Basta cortar uma banana ao meio e salpicar com canela. Se preferir, leve a banana ao micro-ondas por alguns segundos e pronto, ela fica ainda mais gostosa!
02.  GELATINA: Além de extremamente saborosa, a gelatina é composta praticamente de aminoácidos (proteínas), que ajudam na síntese e na renovação do colágeno. Se consumida regularmente, ela auxilia na redução dos níveis de colesterol no sangue, triglicérides e controla a glicemia. Por ser rica em proteína, ela fortalece os ossos e previne o organismo de doenças como a osteoporose. Uma boa dica é escolher as opções diet e light, que não têm açúcar.
03.  FRUTAS SECAS: Ameixa, damasco e outras frutas secas são ótimas opções para saciar a vontade de comer doce. Se a situação estiver complicada, uma boa dica é mergulhar o damasco na alfarroba líquida. Fica uma delícia!
04.  PÊRA AO FORNO: Corte uma pêra em quatro ou mais pedaços e os leve ao forno. Ao perceber que já estão amolecendo, retire-os do fogo e os deixe esfriar. Se quiser adoçar a fruta, pingue algumas gotinhas de mel. Fica de-lí-ci-o-so!
05.  SALADA DE FRUTAS: Uma frutinha sempre cai bem. Ainda mais as mais adocicadas, como banana, manga e caqui, por exemplo. Uma boa dica é fazer uma deliciosa salada de frutas e separar a mistura em potinhos para você não exagerar na dose.
06.  UVA CONGELADA: Essa alternativa é tão gostosa quanto um picolé de uva. Na verdade, o gostinho é quase o mesmo. Basta colocar as uvas sem semente em um pote e levar ao congelador. Depois é só comer algumas uvinhas e se deliciar com o sabor. Se preferir, amasse as uvas até formar uma pasta de "sorvete".
07.  FROZEN YOGURT: O frozen yogurt é uma ótima alternativa para substituir os doces. Sem glúten, com poucas calorias e 0% de gordura, o frozen yogurt ainda tem um alto valor nutricional. Uma boa dica é rechear o gelado com frutas da estação!
08.  OLEAGINOSAS: Nozes, castanhas e amêndoas (preferencialmente com pouco ou sem sal) pode ajudar a combater a vontade incontrolável de doces. Mas não exagere na dose, pois algumas oleaginosas são bastante calóricas.
09.  CHÁS: Os chás também ajudam bastante no controle do consumo de doces. Saborear um chá calmante, como o de melissa ou camomila, por exemplo, é boa escolha. Se você é daquelas pessoas que precisa adoçar bastante a bebida, pode pingar algumas gotinhas de mel.

10.  ALFARROBA: A alfarroba tem gosto, cor e textura semelhantes ao do chocolate. A boa notícia, no entanto, é que ela não tem a gordura do chocolate. Rica em vitaminas B1 e B2, ela ajuda o organismo a metabolizar gordura, carboidrato e proteína. Além disso, ela ainda é fonte de vitamina A, que protege a pele e a visão, além de cálcio e magnésio. Ou seja, ela é uma boa opção para saciar a vontade de doce.

11.3 Onze maneiras de diminuir a vontade de comer doce...

01.  Diminua o consumo aos poucos: Para a maioria das pessoas, cortar doces de uma vez pode provocar uma espécie de abstinência, que levará a um posterior abuso de açúcar. Por isso, o ideal é parar gradativamente: comer doces por cinco dias na primeira semana, três na semana seguinte, até atingir a cota de um dia da semana. Para quem tem compulsão alimentar semelhante a um vício em drogas, porém, a recomendação é cortar o açúcar de uma vez.
02.  Beba pouco líquido durante as refeições: Tomar líquido durante a refeição faz com que a comida se mova mais rapidamente do estômago para o intestino. Como a presença de comida no estômago é o que promove a sensação de saciedade, misturar líquido com sólido pode causar fome. Comer devagar, mastigando bastante os alimentos, também contribui para que o organismo se sinta satisfeito e esqueça qualquer vontade de comer doces.
03.  Pratique atividade física: É comprovado: além de todos os benefícios que traz à saúde e à estética, a atividade física ainda diminui a vontade de comer doces. Estudos mostraram que, logo após se exercitar, as pessoas se sentem menos propensas a comer alimentos ricos em carboidratos, açúcar e gordura. Isso porque a atividade física estimula a liberação de hormônios responsáveis pela sensação de bem-estar no organismo — o mesmo efeito causado pelo consumo de doces.
04.  Evite olhar para os doces: O simples fato de ter um doce apetitoso ao alcance do olhar já é suficiente para despertar no organismo o desejo pela guloseima. Por isso, manter os doces longe do campo de visão — ou simplesmente não tê-los em casa — pode ser uma boa ideia.
05.  Estabeleça um horário para as refeições: Ficar muitas horas em jejum faz com que o organismo busque uma fonte rápida de energia para manter seu funcionamento – com fome, dispara a vontade de comer carboidratos e açúcares. O ideal é alimentar-se de forma fracionada, com pequenas refeições a cada três horas.
06.  Aposte nas fibras e nas proteínas: Alimentos ricos em fibras e proteínas ajudam a prolongar a sensação de saciedade no organismo – logo, são aliados no combate à vontade de engolir doces. Consuma fontes proteicas como ovos, peixes e carnes magras, e fibrosas como frutas, legumes e verduras.
07.  Prefira comer doces logo após a refeição: Se a vontade por um doce for incontrolável, a recomendação é comer uma sobremesa na próxima refeição. O perigo de exagerar é menor: o organismo já estará saciado e ficará satisfeito com poucas colheradas de açúcar.
08.  Consuma carboidratos com moderação: A ingestão de alimentos ricos em carboidrato, como pães e massas, libera insulina no sangue. Esse hormônio ativa a região cerebral responsável pela sensação de fome, aumentando o apetite.
09.  Tome café da manhã: Pular o café da manhã pode aumentar o desejo por guloseimas. Como a refeição é a responsável por fornecer energia para o organismo começar o dia, ignorá-la pode fazer com que o organismo busque outras fontes rápidas de energia, como o doce.
10.  Troque um doce por uma fruta: O açúcar dos doces é chamado de sacarose, e o das frutas, frutose. Enquanto a sacarose tem absorção rápida, pois é fácil de ser quebrada, a frutose demora mais para ser absorvida pelo organismo, o que prolonga a sensação de saciedade. Por isso, sempre que possível, é melhor trocar um doce por uma fruta.
11.  Controle a ansiedade e o stress: Doces liberam serotonina, hormônio que causa a sensação de bem-estar. Assim, muitas vezes acabam sendo usados como antidepressivos. Controlar a ansiedade e o stress, praticando atividades que possam servir como fonte de prazer, pode ajudar a diminuir o desejo por açúcar.

11.2 Sem “pochete”: 13 hábitos que ajudam a diminuir a barriga...

Você faz dieta, sua a camisa na academia, mas ela continua no mesmo lugar. Até mesmo para quem não é obeso, a barriga saliente pode ser um incômodo e tanto. Para se livrar de vez da gordura abdominal, em geral, é preciso perder peso, já que o emagrecimento é global, com perda mais acentuada onde há acúmulo de banha. Apesar disso, existem hábitos (alimentares ou não) que ajudam a reduzir esse volume desnecessário. 

Confira algumas atitudes aliadas dessa batalha, que precisa ser levada ainda mais a sério pelas pessoas que têm tendência ao problema.

01.  Gastar mais calorias do que consome: seguir um programa alimentar rico em nutrientes, fibras e antioxidantes. O ideal é comer cinco porções diárias de frutas e vegetais, mas também é possível substitui-las por sucos funcionais;
02.  Corrigir a postura: “A postura errada faz com que a barriga pareça maior”. Por isso, corrigir o corpo é essencial;
03.  Comer alimentos com fibras: “O aumento do consumo de fibras na dieta contribui para redução da barriguinha, já que as pessoas tendem a ingerir menos gorduras e calorias”. Ingerir frutas, vegetais, aveia e alimentos integrais, por exemplo, ajuda a jogar fora o excesso de gordura e a melhorar o funcionamento do intestino. Associados às fibras, vale a pena comer fontes de ômega-3, como sardinha, salmão, chia e linhaça, que também atuam no emagrecimento (e, consequentemente, na perda da barriga).
04.  Fazer exercícios: Para perder peso e barriga, não basta ter uma dieta balanceada. O trabalho deve ser feito em conjunto com exercícios físicos aeróbicos e localizados, que queimam calorias e fortalecem a musculatura do abdômen.
05.  Evitar pão branco: O pãozinho francês ou o pão de forma do misto quente estão entre os alimentos que ajudam a aumentar a barriga. Apesar de parecerem inocentes, seu principal ingrediente, a farinha refinada (branca) é a responsável. “Ela, leva à fermentação e produção de gases, por meio de seu carboidrato, provocando aumento abdominal. Prefira os pães integrais”.
06.  Reduzir o açúcar da dieta: o açúcar também é um ingrediente que causa aumento do abdômen, já que provoca desequilíbrio da flora intestinal. Esse efeito reduz a presença de bactérias benéficas e aumenta a quantidade de micro-organismos maléficos, levando à distensão do abdômen, além, claro, de engordar.
07.  Combater o estresse: Fazer aquilo que gosta e evitar situações e uma rotina estressante está entre os hábitos para reduzir a barriga. Isso porque o estresse ajuda a aumentar o peso, devido a reações hormonais prejudiciais. Atividades prazerosas, de lazer e bem-estar são a chave para compensar o cotidiano pesado, que nem sempre pode ser contornado.
08.  Evitar bebidas alcoólicas: Assim como o açúcar, as bebidas alcoólicas levam à distensão abdominal pelos mesmos motivos. Ao desequilibrar a flora bacteriana intestinal, elas prejudicam a aparência. Além disso, os drinks ainda podem engordar, devido ao alto grau de calorias.
09.  Cortar comidas ricas em sódio: Para quem deseja reduzir o volume da barriga, comer embutidos e congelados, por exemplo, é um retrocesso. Esses e outros alimentos industrializados costumam ter grande quantidade de sódio, além da gordura. “Isso faz com que ocorra a retenção de líquidos, levando a sensação de inchaço na barriga”.
10.  Investir nos termogênicos: Aliados no combate ao barrigão e ao excesso de peso são os chamados alimentos termogênicos. Essas comidas e bebidas costumam acelerar o metabolismo e, com isso, impulsionam o gasto de calorias. Alguns exemplos são a pimenta vermelha, canela, gengibre, chá verde e água gelada.
11.  Fugir do que é “junk”: Se o intuito é perder a barriga ou afastar as chances de ela aumentar, as comidas gordurosas, como salgadinhos, empadões, queijos gordurosos, sanduíches, frituras e manteiga, devem ser evitados. Além de dificultar o acúmulo de gordura no abdômen, esse hábito previne problemas como o colesterol alto e doenças cardiovasculares.
12.  Evitar refrigerantes: Vale a pena cortar os refrigerantes do cardápio, por duas razões. A primeira diz respeito à grande quantidade de açúcar das fórmulas. A segunda está ligada ao gás, que também ajuda a inflar a barriga, dando a impressão de estar maior.
13.  Controlar alimentos que causam desconforto: Apesar de nutritivos, há alimentos que podem causar desconforto abdominal. Repolho, brócolis, couve-flor, couve e feijões são alguns exemplos de comidas que provocam o aumento de gases em algumas pessoas e, assim, aumentam a barriga.