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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sábado, 16 de maio de 2026

Experimentos com humanos.

Preconceito contra obesos.

As pessoas com frequência percebem os obesos como lentos, preguiçosos e desleixados. Assim, acabam por ter menor probabilidade de estarem casados e de ganharem altos salários. Há correlação entre obesidade e status inferior?

Experimento 01: Mark Snyder e Julie Haugen (1994, 1995) pediram a 76 alunos que travassem uma conversa telefônica para conhecer 1 de 76 alunas. Desconhecidos para as mulheres, a cada homem mostrou-se uma foto dizendo-se que ela era de sua parceira da conversa telefônica. À metade deles foi mostrada a fotografia de uma mulher obesa (não da parceira real), e à outra metade, a de uma mulher com peso normal. Do ponto de vista das mulheres na conversa revelou que eles falaram com menos carinho e satisfação caso elas fossem presumivelmente obesas.

Enfim, algo no tom de voz e no conteúdo da conversa dos homens induziu as mulheres supostamente obesas a falar de uma forma que confirmava a ideia de que mulheres obesas são indesejáveis. Preconceito e discriminação estavam tendo um efeito.

Violência na TV.

As crianças estão aprendendo e repetindo o que veem na tela? Quanto mais programas de televisão violentos as crianças assistem, mais agressivas elas tendem ser? Assistir violência na televisão ou em outros meios de comunicação leva à imitação, especialmente entre crianças?

Experimento 02: Chirs Boyatzis e colaboradores (1995) exibiram para algumas crianças do ensino fundamental, mas não para outras, um episódio do programa infantil mais popular – e violento – da década de 1990, Power Rangers. Imediatamente depois de ver o episódio, os espectadores cometeram 7 vezes mais atos agressivos por intervalo de dois minuto do que os que não assistiram ao programa.

Enfim, sim, a televisão pode ser uma causa do comportamento agressivo das crianças.