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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Ninguém está seguro?!

O ano novo começou dando sinais de que algo muito perverso e brutal está em andamento na América Latina. 

Essa brincadeira de ver a tecnologia avançando sem limites virou coisa séria. Nas mãos de quem tem muito dinheiro e status, isto é, liderança econômica e política, gera muito Poder.

As reviravoltas econômicas e culturais na sociedade pós-moderna, com sua nova forma de racismo, novos conceitos de identidade e diferença, novas tecnologias de informação, comunicação e controle e as novas rotas de imigração provocaram esse poder sem fronteiras, que desconhece limites para o controle e a exploração.

A tendência é que se viva muitas situações de perplexidade, sobretudo pela interferência arbitrária do mais forte sobre o mais fraco, desrespeitando limites, regras, barreiras, soberanias e direitos. Assim, o que está em demolição são as fronteiras e as instituições criadas que as preservam.

É como se fosse uma mutação da Globalização, seu estágio mais evoluído, que à medida que foi expandido em possibilidades, também foi fazendo o movimento inverso de centralização e poder supremo. Um IMPÉRIO - expansionismo em busca de concentração de riquezas dos povos! Um modo de Governo que não acontece no desenrolar da História, mas fora da História.

Esse centro deseja operar tudo de sua cadeira de comando, por isso que precisa vencer todas as barreiras e soberanias. Precisa instalar-se nos polos de decisão e de governos, para controlá-los. Por isso precisa reestruturar cadeias produtivas globais conforme uma geopolítica de necessidade e satisfação imediata. Claro que não há nada de democrático e humanístico nisso. Há uso da força e controle dos acontecimentos.

A nova engenharia política passa a fundamentar a sua ordenação na capacidade de fazer uso da força (militar), mantendo sob seu total controle os resultados de qualquer acontecimento.

Enfim, e quem são os alvos principais? Todos que possuem recursos valiosos, mas carecem de meios necessários para defendê-los.