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São Francisco do Conde, Bahia.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 206, inciso II, da Constituição de 1988).

"Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados" (Myles Horton, p. 138).

“Por que escrevemos? Além de todas as recompensas, escrevemos porque queremos mudar as coisas. Escrevemos porque temos essa convicção de que podemos fazer diferença –uma nova percepção de beleza, um novo insight sobre a autocompreensão, uma nova experiência de alegria, uma decisão de unir-se à revolução" (Robert McAfee Brown). "Escrevo esperando fazer minha parte para restringir a intuição com o pensamento crítico, refinar os juízos de valor com compaixão e substituir a ilusão por compreensão” (David G. Myers, p. 47).

“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

(In)felicidade e prejulgamentos.

 

Parece que seu estado de espírito influencia diretamente o modo como você enxerga o mundo à primeira vista. Você pegará mais leve ou mais pesado nas reações, a depender de suas emoções.

Veja um exemplo:

Pessoas felizes no casamento atribuem um comentário azedo do cônjuge “Por que você nunca põe as coisas no seu devido lugar?” a algo externo: “Ele deve ter tido uma dia frustrante”.

Já pessoas infelizes no casamento atribuirão o mesmo comentário a uma disposição mesquinha: “Quanta hostilidade!”, e podem responder com um contra-ataque. Além disso, esperando hostilidade de seu cônjuge, elas podem se comportar com ressentimento, provocando justamente a hostilidades que esperam.

CONCLUSÃO: Nosso comportamento social varia não apenas conforme a situação objetiva, mas também conforme nosso modo de interpretá-la. Desse modo, existe uma realidade objetiva lá fora, mas sempre a enxergamos pelas lentes de nossas crenças, nossos valores e o (des)sabor das emoções do momento.