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São Francisco do Conde, Bahia, Brazil
Professor, (psico)pedagogo, coordenador pedagógico escolar e Especialista em Educação.
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"Liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber" (Art. 205 da Constituição de 1988).

Ø Se eu sou um especialista, então minha especialidade é saber como não ser um especialista ou em saber como acho que especialistas devem ser utilizados. :)



“[...] acho que todo conhecimento deveria estar em uma zona de livre comércio. Seu conhecimento, meu conhecimento, o conhecimento de todo o mundo deveria ser aproveitado. Acho que as pessoas que se recusam a usar o conhecimento de outras pessoas estão cometendo um grande erro. Os que se recusam a partilhar seu conhecimento com outras pessoas estão cometendo um erro ainda maior, porque nós necessitamos disso tudo. Não tenho nenhum problema acerca das ideias que obtive de outras pessoas. Se eu acho que são úteis, eu as vou movendo cuidadosamente e as adoto como minhas” ("O caminho se faz caminhando - conversas sobre educação e mudança social", Paulo Freire e Myles Horton: p. 219).

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sábado, 11 de maio de 2024

Eleições Municipais - 2024.

Algumas teses...

“A maioria dos eleitores deve decidir o voto para prefeito nas últimas semanas ou nos últimos dias de campanha”.

·       Eleições municipais decidem as políticas mais próximas de nós. Afinal, é nas cidades que a vida acontece;

·       Eleições de 2024 vão testar os dogmas da política municipal.

·       Vantagens dos atuais prefeitos – a tradição é favorável à reeleição ou fazer um sucessor;

·       Influência nacional limitada – pardinhos nacionais apitam pouco;

·       O buraco na rua e a fila do posto de saúde são mais importantes;

·       Contaminação do processo pela polarização nacional;

·       31% dizem que têm mais chances de votar num candidato ligado a Lula; 20% afirmam o mesmo em relação a Bolsonaro; 15% preferem um nome contra ambos; e 28% se declaram indiferentes;

·       51% dos eleitores dizem querer uma mudança em relação ao atual prefeito do município, enquanto 34% declaram preferir a continuidade da administração;

·       Até aqui, 41% dos eleitores dizem saber em quem votar. Outros 54% não sabem ou não conhecem o cardápio de candidatos.

·       Há mais um humor de um eleitor disposto a cobrar resultados dos políticos eleitos do que um sentimento contra os establishments locais;

·       A filiação às linhas políticas desses líderes se tornou quase um fator de identidade para boa parte do eleitorado;

·       Há razões para o ceticismo;

·       Em São Paulo, há um esforço objetivo de nacionalização;

 “A ausência de sinais de uma onda de ruptura e o dinheiro despejado pelo Congresso nas prefeituras devem favorecer reeleições e a manutenção dos mesmos grupos políticos no poder”.

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