Algumas teses...
“A maioria dos eleitores deve decidir o voto para prefeito nas últimas semanas ou nos últimos dias de campanha”.
· Eleições municipais decidem as políticas mais próximas de nós. Afinal, é nas cidades que a vida acontece;
· Eleições
de 2024 vão testar os dogmas da política municipal.
· Vantagens
dos atuais prefeitos – a tradição é favorável à reeleição ou fazer um sucessor;
· Influência
nacional limitada – pardinhos nacionais apitam pouco;
· O
buraco na rua e a fila do posto de saúde são mais importantes;
· Contaminação
do processo pela polarização nacional;
· 31%
dizem que têm mais chances de votar num candidato ligado a Lula; 20% afirmam o
mesmo em relação a Bolsonaro; 15% preferem um nome contra ambos; e 28% se
declaram indiferentes;
· 51%
dos eleitores dizem querer uma mudança em relação ao atual prefeito do
município, enquanto 34% declaram preferir a continuidade da administração;
· Até
aqui, 41% dos eleitores dizem saber em quem votar. Outros 54% não sabem ou não
conhecem o cardápio de candidatos.
· Há
mais um humor de um eleitor disposto a cobrar resultados dos políticos eleitos
do que um sentimento contra os establishments locais;
· A
filiação às linhas políticas desses líderes se tornou quase um fator de
identidade para boa parte do eleitorado;
· Há
razões para o ceticismo;
· Em São Paulo, há um esforço objetivo de nacionalização;
“A ausência de sinais de uma onda de ruptura e o dinheiro despejado pelo Congresso nas prefeituras devem favorecer reeleições e a manutenção dos mesmos grupos políticos no poder”.
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